Quando lemos o texto abaixo temos a certeza que foi Deus que iniciou este movimento e também comparamos a Igreja dos dias atuais e ficamos perplexos com a indiferença que ocorre quanto ao Espírito Santo e suas manifestações no homem .Está na hora de voltarmos a ouvir o que Deus Pai quer fazer pelos perdidos do mundo e pela Igreja , a qual Cristo é o Cabeça incontestavelmente, apesar de que alguns não creem , mas o Evangelho é para os que creem , tanto Judeus como Gregos e de todas as nações do mundo .
Leia e renove sua fé em Deus!


Avivamento da 
Rua Azuza e as Assembléias de Deus
O reavivamento da Rua Azusa foi uma reunião de avivamento pentecostal que se deu em Los Angeles, Califórnia,
liderada por William Joseph Seymour, um pregador afro-americano. Teve início com uma reunião em 14 de Abril de
1906 em um prédio que fora da Igreja Metodista Episcopal Africana e continuou até meados de 1915. O avivamento
foi caracterizado por experiências de êxtase espiritual acompanhadas por falar em línguas estranhas, cultos de
adoração, e mistura interracial. Os participantes foram criticados pela mídia secular e teólogos cristãos por
considerarem o comportamento escandaloso e pouco ortodoxo, especialmente para a época. Hoje, o avivamento é
considerado pelos historiadores como principal catalisador para a propagação do pentecostalismo no século XX.
História
Avivamento de Gales
Em 1904 aconteceu o Avivamento de Gales, durante o qual aproximadamente 100.000 pessoas de Gales se uniram
ao movimento. Internacionalmente, cristãos evangélicos tomaram este evento como um sinal do cumprimento da
profecia do Livro de Joel da Bíblia, (Joel 2:23-29) que estava para acontecer. Joseph Smale, pastor da Primeira Igreja
Batista em Los Angeles, foi pessoalmente a Gales para testificar o avivamento. No seu regresso a Los Angeles,
tentou inflamar um evento similar em sua própria congregação. Sua tentativa, todavia, teve pouca duração, e
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finalmente deixou a Primeira Igreja Batista para fundar a Primeira Igreja do Novo Testamento, de onde continuou os
seus esforços. Durante esse tempo, outros avivamentos em pequena escala estavam acontecendo em Minnesota,
Carolina do Norte e Texas. Em 1905, houve relatos de falar em línguas, curas sobrenaturais, e uma significativa
mudança de vida acompanhavam esses avivamentos. Quando esta notícia correu, os evangélicos por todo os Estados
Unidos começaram a orar por avivamentos similares em suas próprias congregações.
Los Angeles
William J. Seymour, líder do
Avivamento da Rua Azusa.
Em 1905, William J. whait jr, 43 anos, filho de ex-escravos, foi um estudante
do notório pregador pentecostal Charles Parham e pastor interino de uma
pequena igreja de santidade em Houston, Texas. Neely Terry, uma mulher
afroamericana que participou de uma pequena igreja liderada por Julia
Hutchins em Los Angeles, fez uma viagem para visitar alguns familiares em
Houston ao final de 1905. Estando em Houston, ela visitou a igreja de
Seymour, onde ele pregou que a evidência do batismo no Espírito Santo era o
falar em línguas, embora ele mesmo não houvesse experimentado essa
experiência,jerry ficou impressionada com o seu caráter e mensagem. De
volta em sua casa na Califórnia, Terry sugeriu que Seymour fosse convidado
para falar na igreja local. Seymour recebeu e aceitou o convite em fevereiro
de 1906, ele recebeu ajuda financeira e a bênção de Parham por sua visita
prevista em um mês.
Seymour chegou a Los Angeles em 22 de fevereiro de 1906,[1] e por dois dias pregou na igreja de Julia Hutchins na
esquina da rua Nona com avenida Santa fé. Durante seu primeiro sermão, ele pregou que falar em línguas era a
evidência bíblica do no batismo no Espírito Santo. No domingo seguinte, 4 de março, ele voltou a igreja e soube que
Hutchins fechara a porta com um cadeado. Os anciãos da igreja não aceitaram o ensinamento de Seymour,
principalmente porque ele não havia experimentado nenhuma bênção de que estava pregando. A condenação de sua
mensagem também veio da Associação da Igreja de Santidade do Sul da Califórnia, com a qual a igreja estava
fialiada. Entretanto, nem todos os membros da igreja de Hutchins rejeitaram o ensinamento de Seymour. Ele foi
convidado para se hospedar na casa de um membro da congregação, Edward S. Lee, e ali ele começou a fazer
estudos bíblicos e reuniões de oração.
Reavivamento da Rua Azusa 5
Rua Bonnie Brae Norte
Seymour e sua esposa, Jennie.
Seymour e o seu pequeno grupo de novos seguidores se mudaram para
a casa de Richard e Ruth Asberry, na rua Bonnie Brae Norte 214.
Famílias brancas das igrejas de santidade locais também começaram a
participar. O grupo se reunia periodicamente e orava pelo batismo no
Espírito Santo. Em 9 de abril de 1906, depois de cinco semanas de
pregação e de oração de Seymour, ao terceiro dia de um jejum de 10
dias, Edward S. Lee falou em línguas pela primeira vez. Em outra
reunião, Seymour compartilhou o testemunho de Lee e pregou um
sermão em Atos 2:4-4 e também outras seis pessoas começaram a falar
em línguas,incluindo Jennie Moore, que mais tarde se tornaria a esposa
de Seymour. Alguns dias depois, em 12 de abril, Seymour falou em
línguas pela primeira vez, depois de orar toda a noite.
Casa da família Asberry na Rua Bonnie Brae Norte
214.
Notícias dos acontecimentos na rua Bonnie Brae Norte
rapidamente circularam entre os afroamericanos, latinos e brancos
residentes da cidade, e durante várias noites, muitos oradores
pregariam para a multidão de curiosos e espectadores interessados
da varanda da casa dos Asberry. Membros do público incluíam
pessoas de um amplo aspecto de níveis de renda e formação
religiosa. Hutchins acabou falando em línguas quando toda a sua
congregação começou a frequentar as reuniões. Logo a multidão
se tornou muito grande e todos estavam falando em línguas,
gritando, cantando e gemendo. Finalmente, a varanda caiu,
forçando o grupo a buscar um novo lugar de reunião. Um morador
do bairro descreveu os acontecimentos na Bonnie Brae Norte 214
com as seguintes palavras:
“Eles gritaram três dias e três noite. Era época da Páscoa. As pessoas vinham de todas partes. Na manhã seguinte não havia de chegar perto da
casa. Assim que as pessoas entravam elas caíam sob o poder de Deus, e a cidade inteira se comoveu. Gritaram tanto que a base da casa cedeu,
mas ninguém ficou ferido. ”
Reavivamento da Rua Azusa 6
Rua Azusa
Condições
312 Azusa Street, Los Angeles, California, o centro
usado pelos avivalistas.
O grupo da rua Bonnie Brae acabou encontrando um edifício
disponível no número 312 da rua Azusa, que tinha sido uma Igreja
Episcopal Metodista Africana no que era então uma parte do gueto
negro da cidade. O aluguel era de US$ 8,00 por mes. Um
periódico se referiu a construção do centro de Los Angeles como
um "barraco capenga." Desde que a igreja saiu, o edifício tinha
servido como casa de atacado, um depósito, uma madereira, um
curral de gado, uma loja de lápides, e havia sido usada mais
recentemente como um estábulo com quartos para alugar no andar
de cima. Era um edifício pequeno, retangular de teto plano, de
aproximadamente 18 m de largura e 12 m de comprimento, em sua
totalidade de 446,52 m², coberta com ripas caiadas. O único sinal de que fora uma casa de Deus estava numa janela
de estilo gótico sobre a entrada principal.
Sobras de madeira e gesso estavam espalhados por todos os lados, o local parecia um galpão no andar térreo.
Contudo, o local foi averiguado e limpado para a preparação dos serviços. Eles realizaram sua primeira reunião em
14 de Abril de 1906. Os serviços eclesiásticos se realizaram no primeiro andar, onde os bancos foram colocados em
um padrão retangular. Alguns dos bancos eram simplesmente pranchas colocadas em cima de barris vazios. Não
havia nenhuma plataforma elevada, pois o teto tinha apenas dois metros de altura. Inicialmente, não havia púlpito.
Frank Bartleman, um dos primeiros participantes do avivamento, recordou que "o irmão Seymour normalmente
assentava-se atrás dois caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele geralmente mantinha a cabeça
concentrada durante a reunião, em oração. Não havia orgulho lá.... Em um prédio velho, com suas vigas baixas e
chão nu..."
O segundo andar na agora chamada Missão de Fé Apostólica abrigava uma oficina e quartos para vários residentes
como Seymour e sua nova esposa, Jennie. Também tinha uma grande sala de oração para atender o excesso dos
serviços do altar de baixo. A sala de oração estava decorada com cadeiras e bancos feitos de tábuas do California
Redwood, postos de ponta a ponta com cadeiras sem encosto.
A Missão de Fé Apostólica na rua Azusa, considerada
o berço do Pentecostalismo.
Em meados de maio de 1906, entre 300 e 1.500 pessoas tentaram
se acomodar no edificio. Visto que os cavalos tinham
recentemente saído do edificio, as moscas constantemente
molestavam os assistentes. Gente de uma diversidade de
antecedentes, se reuniam para adorar: homens, mulheres, crianças,
negros, brancos, latinos, asiáticos, ricos, pobres, iletrados, e
letrados. Pessoas de todas as idades ajuntaram-se em Los Angeles
com tanto ceticismo e desejo de participar. A mistura de raças e a
motivação do grupo de mulheres na liderança foi notável, já que
1906 foi o apogeu da "era Jim Crow" da segregação racial, e
quatorze anos antes das mulheres receberem o sufrágio nos
Estados Unidos.
Reavivamento da Rua Azusa 7
Serviços e cultos
O culto na rua Azusa 312 era frequente e espontâneo, com serviços em quase todas as horas. Entre os que foram
atraídos ao avivamento não só estavam os membros do Movimento de Santidade, mas batistas, menonitas, quakers e
presbiterianos. Um observador de um dos serviços escreveu estas palavras:
“Nenhum instrumento músical foi usado. Pois não eram necessários. Nenhum coro de anjos foi ouvido por alguns no espírito. Nenhuma oferta
foi recolhida. Nenhum anúncio foi escrito para anunciar as reuniões. Nenhuma organização eclesiástica estava por trás disso. Todo aquele que
está em contato com Deus logo que entra nas reuniões percebe que o Espírito Santo é o líder. ”
O Los Angeles Times não foi tão gentil em sua descrição:
“As reuniões se realizam num barraco condenado na rua Azusa, e os partidários desta estranha doutrina praticam os mais fanáticos ritos,
pregam as teorias mais loucas e eles mesmos funcionam num estado de louca excitação em seu zelo peculiar. Gente de color e uns quantos
brancos compõem a congregação, e a noite se torna horrorosa no bairro por causa dos uivos dos fiéis, que passam horas se balançando para
frente e para trás numa exasperante atitude de oração e súplica. Eles dizem ter o "dom de línguas" e ser capazes de entender este babel. ”
Charles Parham também foi afiado em sua crítica:
“Homens e mulheres, brancos e negros, se ajoelham juntos ou caem uns sobre os outros; uma mulher branca, talvez com riqueza e cultura,
podia se ver lançada aos braços de um 'homem negro', e permanecia firmemente assim se estremecendo e sacudindo em uma louca imitação do
pentecostes. Horrível, uma vergonha terrível!. ”
A primeira edição da Fé Apostólica afirmou uma reação comum para a revitalização dos visitantes:
“Pregadores orgulhosos e bem vestidos vem para 'investigar'. Logo o seu aspecto importante é substituído com assombro, então vem a
convicção, que muitas vezes num curto espaço de tempo você irá encontrá-los chafurdando no chão sujo, pedindo perdão a Deus e se tornando
como criançinhas. ”
Entre relatos de primera mão estavam testemunhos de cegos tendo sua visão restaurada, doenças curadas
instantaneamente, e imigrantes falando em alemão, yiddish, espanhol e todos falando em seu idioma natal para
membros negros sem educação, que traduziam para o inglês por uma "capacidade sobrenatural".
Cantavam esporadicamente em uma capela ou de vez em quando em línguas. Havia períodos de silêncio prolongado.
Assistentes ocasionalmente caiam no Espírito. Os visitantes davam seu testemunho, e membros liam em voz alta os
testemunhos que eram enviados para a missão por correio. Havia oração pelo dom de línguas. Havia oração em
línguas pelos enfermos, pelos missinário, e todas as petições eram apresentadas por assistentes ou enviadas por
correio. Havia pregação espontânea e apelos ao altar para salvação, santificação e batismo no Espírito Santo.
Lawrence Catley, cuja família participara do avivamento, disse que na maioria dos serviços a pregação de Seymour
consistia em abrir a Bíblia e os adoradores vindo à frente para pregar ou testificar como eles foram guiados pelo
Espírito Santo. Muita gente continuamente gritava durante as reuniões. Os membros da missão nunca tomaram uma
oferta, mas havia um recipiente perto da porta para qualquier pessoa que quisesse apoiar o avivamento. O núcleo
básico da Missão da rua Azusa, nunca foi muito mais que 50-60 indivíduos, com centenas e milhares de pessoas que
visitavam ou que permaneciam temporariamente ao longo dos anos.
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Crenças
Charles Parham, professor de Seymour, que é considerado
um dos fundadores do Pentecostalismo
Seymour e outros avivalistas da Missão de Fé Apostólica da
Rua Azusa sustentaram cinco crenças básicas:
1. Salvação por fé.
2. Santificação (ou santidade) do crente.
3. Línguas como evidência do Batismo com o Espírito Santo.
4. Cura como parte da redenção.
5. O "iminente" retorno de Cristo.
Charles Parham
Em Outubro de 1906, Charles Parham foi convidado a falar
em uma série de reuniões na Rua Azusa, mas foi rapidamente
dispensado. Muitas razões podem ser dadas para sua dispensa
da Azusa. Em primeiro lugar, Parham tinha conflitos pessoais
com Seymour e queria ser a figura de autoridade principal do
movimento que estava tomando lugar, mas os líderes
presidentes da Missão de Fé Apostólica demoraram em fazer
algumas mudanças em seus métodos ou liderança.
Críticas
Em uma cética reportagem de primeira página intitulada "A
Babel de Línguas Estranhas", um repórter do Los Angeles
Times tentou descrever o que seria conhecido como Avivamento da Rua Azusa. "Suspirando expressões estranhas e
pronunciando um credo que ao que parece nenhum mortal são pode entender", começa a reportagem, "a mais recente
seita religiosa teve início em Los Angeles" Outro repórter de um periódico local em setembro de 1906 descreveu os
acontecimentos com as seguintes palavras:
“... infame miscigenação de raças... elas choram e ficam uivando todo dia e noite. Correm, pulam, todas se sacodem, gritam com toda a sua voz,
giram em círculos, caem se sacudindo no chão coberto de serragem, chutando e rolando tudo sobre si. Alguns desmaiam e não se movem
durante horas como se estivessem mortos. Essas pessoas parecem estar loucas, mentalmente perturbadas ou sob um feitiço. Elas afirmam estar
cheias do espírito. Elas têm um negro caolho e iletrado como o seu pregador que fica de joelhos a maior parte do tempo com a cabeça
escondida entre as caixas de leite de madeira. Ele não fala muito, mas às vezes ele pode ser ouvido gritando 'arrependei-vos', e ele acha que
está fazendo isso... Eles cantam repetidamente a mesma canção, 'O Consolador Chegou'. ”
Os assistentes das reuniões eram às vezes descritos como "Roladores Santos", "Saltadores Santos", "Línguas presas"
e "Espiritistas Santos." Notícias foram publicadas em todo os EUA e ao mundo sobre os acontecimentos estranhos
em Los Angeles.
Reavivamento da Rua Azusa 9
LA Times artigo criticando o comportamento dos avivalistas na Rua Azusa.
Cristãos de várias tradições foram críticos,
dizendo que o movimento era hiperemocional, a
Escritura mal usada e o foco sobre Cristo foi
perdido pela sobre-enfase no Espírito Santo.
Dentro de pouco tempo ministros estavam
alertando suas congregações para ficarem longe
da Missão da Rua Azusa. Alguns chamaram a
polícia e tentaram fazer com que o prédio fosse
fechado.
Legado
Em 1913, o avivamento da rua Azusa havia
perdido o impulso, e por volta de 1915 a maior
parte da atenção da mídia e as multidões havia ido. Seymour ficou lá com sua esposa, Jennie, pelo resto de suas
vidas como pastores da pequena congregação afro-americana, embora muitas vezes ele tivesse feito viagens curtas
para ajudar a estabelecer outros avivamentos menores. Depois de Seymour ter morrido de um ataque do coração em
28 de setembro de 1922, Jennie liderou a igreja até 1931, quando a congregação perdeu o edifício.
O prédio foi demolido e substituído pelo que se tornou o Centro Cultural e Comunitário Nipo-Americano de Los
Angeles, após ter sido perdido para a hipoteca em 1938..
Leitura adicional
• Bartlemam, Frank. A História Do Avivamento Azusa. [2] [s.l]: D’Sena.
[1] IPHC Azusa Street Links — 1901 to Present (http:/ / arc. iphc. org/ timeline/ azusalinks. html) International Pentecostal Holiness Church.
Retrieved 2007-05-17.
[2] http:/ / www. scribd. com/ doc/ 3289968/ -A-HISTORIA-DO-AVIVAMENTO-AZUSA-Frank-Bartleman
Ligações externas
• Azusa Street (http:/ / www. sendrevival. com/ history/ azusa_street) - (em inglês)
• Azusa Street.org (http:/ / www. azusastreet. org/ ) - (em inglês)
• Azusa Street - história (http:/ / www. spirithome. com/ histpen1. html) - (em inglês)
• Holy Spirit Research Center (http:/ / www. oru. edu/ university/ library/ holyspirit/ seyaz. html) - (em inglês)
• Rua Azusa, um filme sobre a vida de Seymour (http:/ / www. azusastreetmovie. com) - (em inglês)
Assembleia de Deus 10
Assembleia de Deus
Assembleia de Deus
Templo em Nova Jersey
Classificação Protestante
Orientação Pentecostal
Política Episcopal, Presbiteriano e Congregacional
Líder Pastor José Wellington Bezerra da Costa (presidente da CGADB), Bispo Manoel Ferreira (presidente da
CONAMAD)
Área
geográfica
O mundo inteiro
Fundador Daniel Berg e Gunnar Vingren
Origem Belém, Brasil (1911)
Hot Springs, EUA (1914)
Congregações 283.413
Membros 12.314.410 no Brasil e 66,383,778 no mundo[1]
Site oficial http:/ / cgadb. org. br/ http:/ / conamad. com. br/
A Assembleia de Deus (também conhecida como Igreja Evangélica Assembleia de Deus, IEAD) é uma
denominação cristã evangélica, sendo a maior do ramo pentecostal no Brasil e uma das maiores no mundo, sendo
considerada a sexta maior denominação cristã do mundo[2][3], contabilizando mais de 66 milhões de membros[1].
No mundo, os membros da Associação Mundial da Assembleia de Deus são totalmente autônomos e independentes,
unidos apenas pela história e pelas crenças. As Assembleias surgiram simultaneamente nos Estados Unidos (1914) e
no Brasil (1911) na segunda década do Século XX, se unindo por meio de uma associação na década de 80. Como
uma igreja pentecostal, as Assembleias de Deus acreditam no batismo por meio do Espírito Santo, evidenciado por
meio do falar em línguas.

Assembleia de Deus 11
Brasil
História
Uma congregação da Igreja, no bairro Palma, em Santa
Maria/RS
A Assembleia de Deus chegou ao Brasil por intermédio dos
missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que aportaram
em Belém, capital do Estado do Pará, em 19 de novembro de
1910, vindos dos Estados Unidos. A princípio, frequentaram a
Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam na Suécia.
Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a
glossolalia — o falar em línguas espirituais — como a evidência
inicial da manifestação para os adeptos do movimento. A
manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões
de oração nos Estados Unidos (e também de forma isolada em
outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por
Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de
seus principais discípulos, um pastor leigo negro, chamado
William Joseph Seymour, na rua Azusa, Los Angeles, em 1906.
A nova doutrina trouxe muita divergência. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembleias
distintas, conforme relatam as atas das sessões, os adeptos do pentecostalismo foram desligados e, em 18 de junho de
1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão de Fé
Apostólica, que já era empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo com
William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em
18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, passou a chamar-se Assembleia de Deus, em
virtude da fundação das Assembleias de Deus nos Estados Unidos, em 1914 em Hot Springs, Arkansas, mas, outra
vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.
A Assembleia de Deus no Brasil expandiu-se pelo estado do Pará, alcançou o Amazonas, propagou-se para o
Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922,
através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova
denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São
Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, em 1924, para a então capital da
República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um
general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como
veremos adiante.
A influência sueca teve forte peso na formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus
fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de
ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar
suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou um concílio
da igreja na cidade de Natal, a Assembleia de Deus no Brasil passou a ter autonomia interna, sendo administradas
exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na
Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembleias de Deus dos Estados Unidos
através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica
da denominação.
Assembleia de Deus 12
Organização denominacional
As Assembleias de Deus brasileiras estão organizadas em forma de árvore, na qual cada Ministério é constituído pela
igreja-sede com suas respectivas filiadas, congregações e pontos de pregação (subcongregações). O sistema de
administração é um misto entre o sistema episcopal e o sistema congregacional, por meio do qual os assuntos são
previamente tratados pelo ministério, com forte influência da liderança pastoral, e depois são levados às assembleias
para serem referendados apenas. Os pastores das Assembleias de Deus podem estar ligados ou não às convenções
estaduais, e estas se vinculam a uma convenção de âmbito nacional. Particularmente na América do Sul, hoje
existem muitas Assembleias de Deus autônomas e independentes.
Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil
A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) possui sede no Rio de Janeiro,RJ esta se
considera o tronco da denominação por ser a entidade que desde o princípio deu corpo organizacional à igreja. A
CGADB em 2000 contava com cerca de 3,5 milhões de membros em todo o Brasil (dados do Iser) e centenas de
missionários espalhados pelo mundo.
A CGADB é proprietária da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), com sede no Rio de Janeiro, que
atende parcela significativa da comunidade evangélica brasileira. À CGADB também é proprietária da Faculdade
Evangélica de Tecnologia, Ciências e Biotecnologia (Faecad), sediada no mesmo Estado, e que oferece os seguintes
curso em nível superior: Administração, Comércio Exterior, Marketing, Teologia e Direito. E no selo Fonográfico a
CGADB é proprietária da Patmos Music gravadora que tem sede e estúdios também no Rio de Janeiro RJ, que tem
em seu casting de artistas, dezenas de cantores(as).
A CGADB é constituída por várias convenções estaduais e regionais, além de vários ministérios. Alguns ministérios
cresceram de tal forma que tornaram-se denominações de facto, com suas congregações sobrepondo as áreas de
abrangência das convenções regionais. Dentre os grandes ministérios se destaca o Ministério do Belém, que possui
cerca de 2.200 igrejas concentradas no centro-sul e com sede no bairro do Belenzinho na capital paulista, sendo
atualmente (2013) presidida pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, que sucedeu o pastor Cícero Canuto de
Lima, que também presidiu a CGADB.
Na área política, alguns deputados federais são membros das Assembleias de Deus e a representam
institucionalmente junto aos poderes públicos nos assuntos de interesse da denominação, supervisionados pelo
Conselho Político Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, com sede em Brasília, DF, que coordena todo o
processo político da CGADB. Além disso, há também deputados estaduais e até prefeitos e vereadores, todos sob a
chancela de igrejas ligadas à CGADB. No Pleito Eleitoral de 2011, 22 deputados Federais assembleianos foram
eleitos para a 54ª Legislatura (2011-2015).
Desde a década de 1980, por razões administrativas, notadamente em virtude do falecimento do pastor Paulo Leivas
Macalão e de sua esposa, missionária Zélia, a Assembleia de Deus brasileira tem passado por várias cisões que
deram origem a diversas convenções e ministérios, com administração autônoma, em várias regiões do País. O mais
expressivo dos ministérios independentes é o Ministério de Madureira, cuja igreja já existia desde os idos de 1930,
fundada pelo já mencionado pastor Paulo Leivas Macalão e que, em 1958, serviu de base para a estruturação
nacional do Ministério por ele presidido, até a sua morte, no final de 1982.
Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil - Ministério de Madureira
À medida que os anos se passavam, os pastores do Ministério de Madureira (assim conhecido por ter sua sede no
bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro), sob a presidência vitalícia do pastor (hoje Bispo) Manoel
Ferreira, se distanciavam das normas administrativas da CGADB (Convenção Geral das Assembléias de Deus no
Brasil), segundo a liderança da época, que, por isso mesmo, realizou uma assembleia geral extraordinária em
Salvador, Bahia, em setembro de 1989, onde esses pastores foram suspensos até que aceitassem as decisões
aprovadas. Por não concordarem com as exigências que lhes eram feitas foram excluídos pela Diretoria da CGADB.
Assembleia de Deus 13
Desta forma tornou-se completamente independente da CGADB a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no
Brasil — Ministério de Madureira (CONAMAD), que tem no campo do Brás, na capital paulista, a sua maior
expressividade, que, por anos, foi presidido pelo pastor Lupércio Vergniano e hoje está sob as ordens do Pr.Samuel
Cássio Ferreira, bacharel em Direito. Possuía em 2005 cerca de 2 milhões de membros no Brasil e exterior.
Portugal
Ver artigo principal Convenção das Assembleias de Deus em Portugal
Em Portugal a história dessa denominação pentecostal é contada a partir do ano de 1913. Foram os missionários
portugueses emigrados do Brasil José Plácido da Costa (1913) e José de Matos Caravela (1921) que deram início às
ações que resultaram na fundação das Assembleias de Deus em Portugal.
A primeira igreja Assembleia de Deus em Portugal foi fundada na cidade de Portimão, em 1924, pelo missionário
José de Matos, também responsável pela fundação das igrejas do Algarve, de Santarém e de Alcanhões. A partir
desse ano, com a ajuda de missionários suecos e o esforço de obreiros portugueses, foram estabelecidas diversas
outras igrejas em várias cidades, como: Porto, em 1930, com a intervenção do missionário sueco Daniel Berg; Évora,
em 1932, pela ação da evangelista Isabel Guerreiro; e Lisboa, em 1934, com a ajuda do missionário Jack Hardstedt.
Da ação missionária das Assembleias de Deus em Portugal deu-se a expansão da igreja aos territórios ultramarinos, a
exemplo de: Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe, Moçambique e Timor-Leste; os quais posteriormente tornaram-se
nações independentes, mas mantiveram suas igrejas Assembleias de Deus nacionais em fraterna relação com as
coirmãs portuguesas.
Em Portugal o ramo principal é a Convenção das Assembleias de Deus em Portugal, com quase 400 igrejas, a maior
denominação protestante no país.
Estados Unidos
Ver artigo principal Assembleia de Deus Americana Nos Estados Unidos surgiram várias congregações pentecostais
independentes, desde o avivamento da rua Azuza, em 1906. Buscando unidade, comunhão entre si, trabalho
missionário e organização legal, alguns líderes convocaram uma Convenção em Hot Springs, Arkansas, em 1914.
Como resultado, houve a adesão de quase 500 ministros e a criação do General Council of the Assemblies of God
(Concílio Geral das Assembleias de Deus), mais tarde sediado em Springfield, Missouri. Essa igreja possui, hoje,
cerca de 2 milhões de membros e envia missionários a vários países do mundo. John Ashcroft, procurador-geral dos
Estados Unidos durante o primeiro mandato de George W. Bush, é membro dessa denominação.
As Assemblies of God apresentam algumas diferenças de sua coirmã brasileira: no tocante à administração, não
existe o sistema de ministérios; cada igreja local é autônoma e não é subordinada a nenhuma outra, mas
voluntariamente agrupam-se em presbitérios regionais, onde há igualdade entre todos e contam com a participação
de representantes leigos. A congregação local entrevista e contrata o pastor, que é examinado e ordenado pelo
Concílio Geral. Referente aos costumes, as Assemblies of God são integradas à sociedade americana, permitindo, por
exemplo, que suas mulheres cortem o cabelo e usem calças compridas.
Assembleia de Deus 14
Reino Unido e Irlanda
Organizada em 1924, a Assemblies of God in Great Britain and Ireland cresceu sob a influência do pastor Donald
Gee. Reúne hoje cerca de 600 igrejas locais e possui uma rede de missionários atuando em vários continentes. Uma
característica da AGGBI é a prática da Ceia do Senhor semanalmente.
Existem ainda Assembleias de Deus composta por imigrantes caribenhos e brasileiros, cujas igrejas não possuem
relações com a AGGBI.
Doutrina
Santa Ceia.
De acordo com o credo das Assembleias de Deus, entre as
verdades fundamentais da denominação, estão a crença:
• Num só Deus eterno subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho
e o Espírito Santo;
• Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, considerada a única
regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão;
• Na concepção virginal de Jesus Cristo, na sua morte vicária e
expiatória, ressurreição corporal e ascensão para o céu;
• No pecado que distancia o homem de Deus, condição que só
pode ser restaurada através do arrependimento e da fé em Jesus
Cristo.
• Arrebatamento de todos os fiéis a Deus e a Bíblia Sagrada para a Nova Jerusalém em breve com a volta de Cristo.
• Na necessidade de um novo nascimento pela fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da
Palavra de Deus para que o homem se torne digno do Reino dos Céus;
A denominação pratica o batismo em águas por imersão do corpo inteiro, uma só vez, em pessoas a partir de 12
anos, em nome da Trindade; a celebração, sistemática e continuada, da Santa Ceia; e o recebimento do batismo no
Espírito Santo, geralmente, com a evidência inicial do falar em outras línguas, seguido de outros dons do Espírito
Santo. A exemplo da maioria dos cristãos, os assembleianos aguardam a segunda vinda premilenial de Cristo em
duas fases distintas: a primeira, invisível ao mundo, para arrebatar a Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação;
e a segunda, visível e corporal com a Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo por mil anos, sendo portanto
dispensacionalista.
Ainda, nesse corolário de fé, os assembleianos esperam comparecer perante o Tribunal de Cristo, para receber a
recompensa dos seus feitos em favor da causa do Cristianismo, seguindo-se uma vida eterna de gozo e felicidade
para os fiéis e de tormento para os infiéis.
Os assembleianos, em regra, são contra o aborto voluntário.
Assembleia de Deus 15
Liturgia
Pregação.
Os cultos das Assembleias de Deus se caracterizam por
orações, cânticos, testemunhos e pregações, onde
muitas vezes ocorrem manifestações dos dons
espirituais, como, por exemplo, profecias e línguas
espirituais.
Possui dias e horários específicos para cultos, sendo o
principal deles no domingo por volta das 19:21 horas, e
o de ensinamento bíblico (a Escola Bíblica Dominical,
com divisão de classes por idade) por volta das 9 horas.
Os cultos têm duração média de 2 horas, sendo
divididos em:
• Oração inicial - Normalmente o pastor ou outro
obreiro faz uma oração a Deus.
• Cânticos iniciais - Utilizando-se a Harpa Cristã (um livreto de Hinos Evangélicos Clássicos), canta-se geralmente
1 ou 2 hinos.
• Leitura bíblica (ou palavra introdutória) - Neste momento a leitura do trecho bíblico e inspirada pelo Espírito
Santo, no qual o culto será direcionado como um todo com fulcro nesse trecho.
• Oportunidades de cânticos por grupos de jovens, crianças, senhoras, adolescentes, corais, grupos, bandas e
ministérios de louvor.
• Oportunidades de testemunhos por membros - Momento no qual os membros contam o que Deus mudou em suas
vidas e vem fazendo, atualmente, por eles.
• Pregação - A o momento mais aguardado do culto em si. Pois é o momento em que o pastor da igreja, ou um
obreiro, até mesmo pastores convidados explicam a palavra do Senhor.
• Apelo - Convite aos que não são evangélicos a aceitarem a Jesus como único e suficiente Salvador.
• Cântico de encerramento e/ou avisos sobre as próximas reuniões.
• Oração final.
• Bênção apostólica (somente dado pelo pastor, ou evangelista ou presbítero em ocasiões especiais).
Novos conceitos a respeito de usos e costumes
Assembleia de Deus do Gama Oeste (Brasília), um
exemplo de uma AD 'renovada'.
A Assembléia de Deus vêm experimentando, recentemente,
grandes mudanças comportamentais concernente a usos e
costumes. [carece de fontes?] A Assembleia de Deus, há algum tempo,
tinha o hábito de inserir como doutrina os usos e costumes, por
meio dos quais restringia mais a liberdade das mulheres em
questões de vestimenta, cabelo e maquiagem. A igreja dizia que o
uso de determinadas roupas e cortes de cabelos, por exemplo, era
vaidade. No entanto, com o passar dos anos, percebeu-se que a
adoção ou não de determinadas regras por parte das igrejas locais
tratava-se mais de uma questão de costume do que de doutrina,
pois não feria os fundamentos da fé cristã.
Pouco a pouco a Assembleia de Deus está aceitando o uso de
determinadas peças do vestuário feminino, consentindo que as mulheres usem calças compridas, decotes um pouco
alongados ou mangas um pouco mais curtas.
Assembleia de Deus 16
De igual modo, tendem a desaparecer do cenário assembleiano as folclóricas proibições ao uso da televisão, que já
foram liberados desde 1990 , enquanto algumas igrejas passam a orientar seus adeptos a lerem bons livros e fazerem
uso adequado da internet, numa clara demonstração de que as posições radicais do passado estão sendo substituídas
pelo respeito à liberdade de seus membros usufruírem dos benefícios que a tecnologia põe à disposição da sociedade
contemporânea.
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    Ligações externas
    • Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil [4]
    • Casa Publicadora das Assembleias de Deus [5]
    • Escola de Missões das Assembleias de Deus [6]
    • Instituto Bíblico das Assembleias de Deus [7]
    • Página oficial do Centenário das Assembleias no Brasil [8]
    • Assembleia de Deus Online [9]
    • Rádio Centenário - A Rádio dos 100 anos das Assembléias de Deus no Brasil [10]
    • Convenção das Assembleias de Deus em Portugal [11]
    • Convenção Nacional das Assembleias de Deus [12]
    Referências
    [1] AG Statistical Reports 2012 (http:/ / agchurches. org/ Sitefiles/ Default/ RSS/ AG. org TOP/ AG Statistical Reports/ 2012/ Online Stats 2012.
    pdf)
    [2] Maiores igrejas do mundo (http:/ / www. ibge. gov. br/ home/ estatistica/ populacao/ censo2000/ populacao/ religiao_Censo2000. pdf)
    [3] Barrett, David. World Christian Encyclopedia. Oxford University Press: London, 2001. Table 1-5, pages 16–18
    [4] http:/ / www. cgadb. com. br
    [5] http:/ / www. cpad. com. br
    [6] http:/ / www. emad. org. br
    [7] http:/ / www. ibad. com. br
    [8] http:/ / www. centenarioadbrasil. org. br
    [9] http:/ / www. assembleia. org. br
    [10] http:/ / www. assembleiadedeus100. org/
    [11] http:/ / www. cadp. pt/
    [12] http:/ / www. conamad. com. br
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